terça-feira, 24 de novembro de 2009

para um novo feliz



REALIZE SEUS DESEJOS E SEJA FELIZ.


"Eu permito a todos ser como quiserem, e a mim como devo ser."
Chico Xavier


Concentre-se nas frases abaixo:


"Para obter algo que você nunca teve, precisa fazer algo que nunca fez."


"Quando Deus tira algo de você, Ele não está punindo-o, mas apenas abrindo suas mãos para receber algo melhor."


"A Vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não possa protegê-lo."

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Folia de Reis/ baiano e os novos


Folia de Reis


Baiano e Os Novos Caetanos


Ai, andar andei!

Ai, como eu andei!

E aprendi a nova lei:

Alegria em nome da rainha


E folia em nome de rei!

Alegria em nome da rainha


E folia em nome de rei!

Ai, mar marujei!

Ai, eu naveguei!

E aprendi a nova lei:

Se é de terra que fique na areia

O mar bravo só respeita rei!

Se é de terra que fique na areia

O mar bravo só respeita rei!


Ai, voar voei! Ai, como eu voei!

E aprendi a nova lei: Alegria em nome das estrelas

E folia em nome de rei!

Alegria em nome das estrelas

E folia em nome de rei!Ai, eu partirei!

Ai, eu voltarei!


Vou confirmar a nova lei:

Alegria em nome de Cristo

Porque Cristo foi o Rei dos reis!


Alegria em nome de Cristo

Porque Cristo foi o Rei dos reis!

Alegria em nome de Cristo

Porque Cristo foi o Rei dos reis!

Alegria em nome de Cristo Porque Cristo foi o Rei dos reis!

Cantiga por Gil Vicente


Em Belém, vila do amor,
da rosa nasceu a flor, virgem sagrada.

Em Belém, vila do amor,
nasceu a rosa do rosal, virgem sagrada.

Da rosa nasceu a flor,
para nosso Salvador, virgem sagrada.

Nasceu a rosa do rosal,
Deus e homem natural, virgem sagrada.

E o menino dela nascido naquela noite vicentinado
Natal era o Salvador do Mundo,
descendente da altalinhagem de David,
filho de Jessé.

O Natal que eu quero!/ Luis carlos Amorim


Quero o Natal completo e por inteiro, verdadeiro.

Quero o Natal pulsando em mim e em todo ser;


Quero o Natal nos olhos, luz a colorir a vida, a semear a paz;

Quero o Natal nas mãos, carinho a semear ternura;


Quero o Natal nos lábios, canção a propagar a fé.

Quero o Natal no coração, multiplicando amor, presente maior que posso ter...


O Natal que eu quero!

natal chegando!!!!!!!!!!!!


Quem me acode

à cabeça e ao coração

neste fim de ano,

entre alegria e dor?



Que sonho,

que mistério,

que oração?


Amor.


Dezembro de 1985- Carlos Drummond de Andrade -


quinta-feira, 5 de novembro de 2009



Gato


Maria Luiza Santos da Costa


Alguns de unhas,
Afiadas, outros, bem aparadas!
Um deles dá azar
Não pode encontrar.
Gosto de novelo
Lambo meu pelo



Tenho o olhar bem frio
Eu também mio
Sou manchado, até
Mesmo pintado
Água nem olhar
É bom o ar.
Corro atrás do rato
Eu sou o gato!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

O GRITO _ Martha Medeiros




O Grito
Martha Medeiros



Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra.

Ela sabe.

Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz um amigo para outro.

Ele sabe.

Não sei se quero continuar com a vida que tenho, pensamos em silêncio.

Sabemos, sim.

Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro de nós grita. Tentamos abafar esse grito com conversas tolas, elucubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos nossos planos: será infrutífero. A verdade já está dentro, a verdade impõe-se, fala mais alto que nós, ela grita.

Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos desviar este amor para outro amor, um amor aceitável, fácil, sereno. Podemos dar todas as provas ao mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.

A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de dentro vêm todas as informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma: ninguém tem dúvida sobre si mesmo.

Podemos passar anos nos dedicando a um emprego sabendo que ele não nos trará recompensa emocional. Podemos conviver com uma pessoa mesmo sabendo que ela não merece confiança. Fazemos essas escolhas por serem as mais sensatas ou práticas, mas nem sempre elas estão de acordo com os gritos de dentro, aquelas vozes que dizem: vá por este caminho, se preferir, mas você nasceu para o caminho oposto. Até mesmo a felicidade, tão propagada, pode ser uma opção contrária ao que intimamente desejamos. Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o esperado e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro: mas você não queria ser feliz, queria viver!

Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto.

Sabe.

Eu não sei por que sou assim.

Sabe.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Quero crescer!

"Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana;
que sabe rir de seus tropeços,
não se encanta com triunfos,
não se considera eleita para a "última hora";
não foge de sua mortalidade,
defende a dignidade dos marginalizados,
e deseja andar humildemente com Deus.

Caminhar perto dessas pessoas nunca será perda de tempo."

Ricardo Gondim

Faz tempo


Quando o ancoradouro se torna amargo
A felicidade vai aportar em outro lugar!

Faz Tempo
Ivete Sangalo


Composição: Gigi / Fabiano O'Brian


Já não se sabe

O momento exato de partir

Não quero me entregar

Tão cedo...


Aquele amor que eu senti

Quando te conheci

Não tá rolando mais

Faz tempo...


Não vejo mais

O brilho dos seus olhos

Prá mim

Nem sei se ainda

Posso mesmo te fazer feliz...


Cada momento que passamos

Juro! Foi bom!

Mas tudo que acende, apaga

E o que era doce se acabou...


E quando eu penso em ir embora

Você não quer me dar razão

Me diz que eu tô jogando fora

O amor que tem no coração


Eu fico disfarçando

Finjo que não sei

Que em pouco tempo rola


Tudo outra vez...(2x)

r

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Amor por Camões


Amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer.


É um não querer mais que bem querer;

É um andar solitário entre a gente;

É nunca contentar-se de contente;

É um cuidar que se ganha em se perder.


É querer estar preso por vontade

É servir a quem vence o vencedor,

É ter com quem nos mata lealdade.


Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade;

Se tão contrário a si é o mesmo amor?




Luis de Camões

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Quando envelhecemos?


ENVELHEÇO
quando me fecho para as novas idéias e me torno radical...


ENVELHEÇO
quando o novo me assusta e minha mente insiste em não aceitar...


ENVELHEÇO
quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar...


ENVELHEÇO
quando meu pensamento abandona sua casa e retorna sem nada acrescentar...


ENVELHEÇO
quando muito me preocupo e depois me culpo por não ter tido motivos para me preocupar...


ENVELHEÇO
quando penso demasiadamente em mim mesmo e conseqüentemente, dos outros, ompletamente me esqueço...


ENVELHEÇO
quando penso em ousar e já antevejo o preço que terei que pagar pelo ato, mesmo que os fatos insistam em me contrariar!


ENVELHEÇO
quando tenho a chance de amar e daí o coração se põe a pensar:
"Será que vale a pena correr o risco de me dar? Será que vai compensar?"


ENVELHEÇO
quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta de minha alma e ponho a me lamentar...


ENVELHEÇO,
enfim, quando paro de lutar...


Fonte: Autor desconhecido

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Retrata o meu momento, um feliz momento de descoberta



TEMPO QUE FOGE


Ricardo Gondim


Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.


Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.


Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não vou mais a workshops onde se ensina como converter milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio.


Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos parlamentares e regimentos internos. Não gosto de assembléias ordinárias em que as organizações procuram se proteger e perpetuar através de infindáveis detalhes organizacionais.


Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação" , onde "tiramos fatos à limpo". Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral.


Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia. Não quero ficar explicando porque gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo que a considera herética. Minha resposta será curta e delicada:


- Gosto, e ponto final!


Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos. Já não tenho tempo para ficar dando explicação aos medianos se estou ou não perdendo a fé, porque admiro a poesia do Chico Buarque e do Vinicius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis, Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.


Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a "última hora"; não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus. Caminhar perto dessas pessoas nunca será perda de tempo.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Para as minhas melhores amigas, irmãs e filhas - Veja como cabe direitinho na nossa vida



Miss Imperfeita



Martha Medeiros







Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'


Martha Medeiros - Jornalista e escritora

domingo, 11 de outubro de 2009

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Fernando Pessoa pra você


Poema do amigo aprendiz


Quero ser o teu amigo.

Nem demais e nem de menos.

Nem tão longe e nem tão perto.

Na medida mais precisa que eu puder.


Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,

Da maneira mais discreta que eu souber.

Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.

Sem forçar tua vontade.


Sem falar, quando for hora de calar.

E sem calar, quando for hora de falar.

Nem ausente, nem presente por demais.

Simplesmente, calmamente, ser-te paz.


É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!

E por isso eu te suplico paciência.

Vou encher este teu rosto de lembranças,

Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...


Para minha amiga Eunides, pensei nela e ela me achou

Mae e filhão

Soneto do amigo


Enfim, depois de tanto erro passado

Tantas retaliações, tanto perigo

Eis que ressurge noutro o velho amigo


Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado

Com olhos que contêm o olhar antigo

Sempre comigo um pouco atribulado


E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano

Sabendo se mover e comover


E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica

Que só se vai ao ver outro nascer

E o espelho de minha alma multiplica...


Encontros e Despedidas


ENCONTROS E DESPEDIDAS



Composição: M. Nascimento E F. Brant





Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando



Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero



Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar



E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Amigos!

Jonh, é um amigo querido! É um destes que adivinha seu estado de espírito e tem sempre a palavra certa.

palavras do John




Hoje quero falar um pouquinho de sabedoria milenar.

Nas primeiras vezes que li um versículo de Paulo aos Romanos, por mais que me esforçasse, eu não conseguia entender o verdadeiro significado de suas palavras.



“Portanto, és indesculpável, ó homem, quando julgas, quem quer que sejas; porque, no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas; pois praticas as próprias coisas que condenas”.

Romanos 2: 1



Porem, na medida em que eu me exercitava para aprender não julgar, e começava a obter um tímido êxito nesta difícil tarefa, eu conseguia entende-las melhor.

Porque julgar não ajuda, não favorece, não alegra.

Ao contrário, sempre que julgamos nos sentimos mal com aquele sentimento, e por isto mesmo “a ti mesmo te condenas”.

E não é apenas o mau julgamento que nos traz a auto condenação, os bons também, pois quando você sente dó de alguém e não faz nada para ajuda-lo, você estará apenas julgando, e por este gesto carregando uma dor que não lhe pertencia antes de julga-lo.

É um bom exercicio, vale a pena tentar....

John.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Amanda - Feliz aniversário!






Amanda - aquela que deve ser muito amada




Este é o significado do seu nome, espero ter feito você acreditar que te amo muito, e acima de tudo tenho muito respeito e muito orgulho de você. Rogo a Deus que lhe mantenha determinada em busca dos seus objetivos.




Te amo




E sua música é:




Amanda


Antônio Marcos
Composição: Taiguara



Amanda,
Vencido em meu castigo,
Eu trago a paz comigo
De volta pra ficar.




Amanda,
Recolhe meus pedaços,
Me acolhe nos teus braços,
Tome espaço dessa dor
E o teu lugar.




Amanda,
Perdi pela viagem
As forças e a coragem,
A imagem do que eu sou...




E o que eu sou,
O que escondeu a única verdade,
O que perdeu a última metade,
Amanda, o que partiu e desertou.




Te amando, te amando,
Vou esquecer a inútil liberdade,
Que eu sonhei ver nas luzes da cidade,
Amanda, vou te enfeitar de tanto amor!




Perdi pela viagem as forças,
as forças e a coragem,
E a imagem do que eu sou,
do que eu sou...




E o que eu sou,
O que escondeu a única verdade
O que perdeu a última metade,
Amanda, o que partiu e desertou.




Te amando, te amando,
Vou esquecer a inútil liberdade,
Que eu sonhei ver nas luzes da cidade,
Amanda, vou te enfeitar de amor!








Recadinho da Fátima Jaborandy



Deus não trabalha na ansiedade do homem.

As coisas acontecem na hora certa!

As coisas acontecem exatamente quando devem acontecer!


Leia a primeira linha com atenção.


Se Deus trouxe isto a você,

Ele lhe trará algo através disto!


Momentos felizes, louve a Deus.

Momentos difíceis, busque a Deus.

Momentos silenciosos, adore a Deus.

Momentos dolorosos, confie em Deus.

Cada momento, agradeça a Deus.